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terça-feira, dezembro 11, 2007

Renováveis crescem 39% em 2007

No final de Stembro de 2007 Portugal tinha 7.365 megawats (MW) de capacidade instalada para a produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis - um aumento de 39% face aos primeiros nove meses de 2006.
A aquela alternativa assume uma importância tal que a incorporação de fontes de energia renováveis representou 36% do consumo global nacional em 2006. De acordo com um estudo hoje divulgado pela Direcção Geral de Engeria e Geologia Portugal foi o sexto país da União Europeia (UE-15) com maior incoporação de renováveis em 2006.
A região Norte do país é a mais activa na produção de energia limpa, principalmente os distritos de Bragança, Viana do Castelo, Viseu, Coimbra, Vila Real e Braga (com 1.000, 819, 774, 628 e 614 megawats de potência instalada, respectivamente).
No que respeita à produção de erngia eólica em particular, no final de Setembro deste ano Portugal dispunha já de 2.065 MW, distribuída por 150 parques, com um total de 1.125 aerogeradores. O investimento médio por MW ronda os 1,8 milhões de euros.
Segundo os dados apurados pela DGEG no total foram aprovadas candidaturas para 1.833 novos MW, o que corresponde a um investimento superior a 1,8 mil milhões
de euros.
fonte:www.expresso.pt

Futuro


O Governo Regional já recebeu 107 candidaturas ao programa de incentivos à produção de energia a partir de fontes renováveis. Das 107 candidaturas apresentadas, 102 dizem respeito a particulares, três a associações sem fins lucrativos e duas a empresas privadas.S. Miguel foi a ilha onde foram apresentados mais projectos (76), seguida da Terceira (24), Santa Maria (5), Pico (1) e Flores (1).A grande maioria dos investimentos apoiados apostam na instalação de painéis solares e recuperadores de calor, embora o ProEnergia tenha um âmbito mais alargado, que vai desde exploração de recursos hídricos, eólicos, biomassa e microgeração de electricidade e calor.O limite mínimo de investimento para os projectos empresariais é de 15 mil euros e dos particulares mil euros, para incentivos que podem atingir o máximo de 250 mil euros, no primeiro caso, e mil euros por habitação, no segundo. in JornalDiario.com
2007-12-11

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